Paella de Cogumelo Shitake

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Ingredientes:

  • 300g de arroz para paella ou arroz branco;
  • 2 abobrinhas pequenas ou 1 grande;
  • 2 cenouras pequenas ou 1 grande;
  • 1 pimentão vermelho;
  • 1/2 brócolis;
  • 6 cebolas-mini ou baby;
  • 150g de cogumelos paris ou castanho;
  • 100g de ervilha torta;
  • 2 dentes de alho;
  • 5 tomates;
  • 1 limão;
  • 4 estigmas de açafrão;
  • Cúrcuma;
  • Azeite de oliva;
  • Sal e pimenta a gosto.

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Pão Integral

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Ingredientes:

Esponja:

  • 1 xícara de chá de água morna;
  • 3 colheres de sopa de açúcar mascavo;
  • 2 tabletes de fermento biológico fresco;
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo.

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Raviolone de Beterraba

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Com recheio de queijo de aipim e nozes e molho de laranja, pimenta defumada e hortelã.

 

Ingredientes:

A massa:

  • 3 beterrabas pequenas ou 2 grandes;
  • 3 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça ou linhaça moída hidratada por 1h em água quente;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • Sal a gosto.

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Dica do Beringela: livros de receitas vegetarianas

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Convenhamos que esse mundo da internê não podia ser mais conveniente pra encontrar entretenimento de todo o tipo, né? Sendo a comida algo SEMPRE muito divertido (porque se o prato for péssimo ainda vale umas risadas) ela também se enquadra no maravilhoso mundo de informações cibernéticas, onde encontramos receitas de todo o tipo, maluquices gastronômicas e sugestões para ograr à vontade ou para ter aquele momento gourmetizado digno. No entanto, como bons amantes de uma das maiores invenções da humanidade fora a internet, achamos que é super válido tirar pratos e invenções culinárias de livros de receitas espalhados por aí.

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Queijos Vegetais

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Queijo/requeijão de inhame, aipim e batata

 

Ingredientes:

  • 500g de inhame, batata ou aipim;
  • 3/4 de xícara de polvilho doce;
  • 1/2 xícara de óleo de girassol;
  • 1 limão;
  • 1 dente de alho.

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Comida Crua e Crudivorismo

Foto: Bruna Antunes

Raw food, comida viva e crudivorismo. Todos sinônimos de um estilo de vida alimentar que consiste no consumo de alimentos naturais, sem nenhum tipo de aquecimento, ou seja, crus em sua maioria. O movimento surgiu há pouco mais de 20 anos nos Estados Unidos, sobre o pretexto de que os alimentos mais saudáveis para o corpo deveriam ser consumidos em sua forma orgânica, sem modificações drásticas de temperatura (o limite de aquecimento seria de até 43ºC). De fato, ao comermos alimentos cozidos em excesso, nossos corpos são obrigados a trabalhar mais e a absorção de nutrientes torna-se mais complexa, com grande perda das enzimas que vem dos alimentos.

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Feminismo e Vegetarianismo, uma história de amor

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Não existe um jeito certo de comer, especialmente dietas ou padrões de alimentação para o corpo feminino. O que existem são perspectivas sobre a comida e sua relação com cada organismo, que muda de mulher para mulher. O feminismo, como um movimento que se fundamenta na liberdade – e portanto, deveria sempre se desprender de dogmas ou regras sociais –, pode pensar também sobre alimentação, desde que esse seja um processo dialógico e nada contratual. Podemos pensar sobre o feminismo na alimentação de forma muito direta: uma alimentação feminista é aquela pela qual as mulheres lutaram e ainda lutam para ter justamente a liberdade de escolher o que vai em seu prato.

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Manual de Vivência de Pessoas Vegetarianas parte 1: a famigerada B12

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O Beringela está iniciando uma série de pequenos textos para ajudar todo mundo que tem interesse pelo vegetarianismo a entender melhor como esse estilo de vida funciona na prática. A primeira questão que vamos deixar clara é a seguinte: vegetarianas e vegetarianos não têm de SOBREVIVER a sua própria condição alimentar e ideológica. Se você acha que sua decisão é um incômodo e que mais te dá trabalho do que alegria e satisfação, talvez seja a hora de repensar como você vai lidar com isso. Coloque na balança e tente perceber que sua qualidade de vida deve estar equilibrada com sua dedicação aos movimentos nos quais você acredita. Por isso estamos chamando esse Manual de Vivência, porque apesar do vegetarianismo ser uma luta por direitos, não deve ser levado como uma luta contra você mesmo.

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